Eu tenho um amigo vindo das sombras, com quem
divido minhas doenças,
Eu tenho um amigo vindo do escuro, a qual
mostro meu pior lado,
Eu tenho um amigo que vive na penumbra, do
qual falo sobre meus desejos,
Eu conheço alguém que vem do obscuro, com qual
digo os meus obscenos,
Tem alguém que vem brincar comigo quando apago
as luzes, ele me tenta, e eu vou atrás;
Tem alguém na escuridão, a quem chamo de
irmão,
Ele é frio e sem graça, iconpetente e nojento,
malicioso e obscuro, arrogante e cruel, e eu o adoro, como se fosse parte de
mim,
Tem
algo que vem de uma fresta sem luz, e rimos juntos, dividimos as culpas; Não
corremos atrás de nada, nós arrastamos para si,
Tenho
meu amigo que se veste em mantos negros, ele tira o brilhos de um olhar, e
deixa só o escuro ; Gostamos assim.
Pacto de sangue, maus e maldades, pragas,
somos pragas... Somos pecadores sem querer perdão, sabemos que correremos de
volta a eles,
E lá vamos! Sai, sai da luz, queremos escuro,
queremos o nada, queremos o medo, queremos sombras mal iluminadas...
Tenho um xará vindo do nada, uma compahia inadequada, um pecado com vida.
Tenho um colega que vive no breu, eu sou como ele,
ele é que nem eu.
Mas ele não vem só quando ele quer, vem quando
eu digo em doces palavras, aquilo que ele é, repetindo por toda eternidade
Kadebush...
Kadebush...
Kadebush...
Kadebush...
Kadebush...
Kadebush...
Kadebush...
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